quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

A REALIDADE DA VIDA


                Deus criou o Burro e disse:
            - Obedecerás ao Homem, carregarás fardos pesados nas costas e viverás 30 anos. Serás Burro.
            O Burro virou-se para Deus e disse:
            - Senhor! Ser Burro, obedecer ao Homem, carregar fardos nas costas e viver 30 anos? É muito Senhor! Bastam-me apenas 10.
            Deus criou o Cachorro e disse:
            - Comerás o osso que te jogarem ao chão, tomarás conta da casa do homem e viverás 20 anos. Serás Cachorro.
            O Cachorro virou-se para Deus e disse:
            - Senhor! Tomar conta da casa do Homem, comer o que me jogarem ao chão e viver 20 anos? É muito Senhor. Bastam-me 10.
            Deus criou o Macaco e disse:
            - Pularás de galho em galho, farás macaquices e viverás 30 anos. Serás Macaco.
            O Macaco virou-se para Deus e disse:
            - Senhor! Pular de galho em galho, fazer macaquices e viver 30 anos? É muito Senhor! Bastam-me 20.
            E Deus fez o Homem e disse:
            - Serás o rei dos Animais, dominarás o Mundo, serás inteligente e viverás 30 anos.
            O Homem virou-se para Deus e disse:
            - Senhor! Ser Rei dos Animais, dominar o Mundo, ser inteligente e viver 30 anos? É muito pouco, Senhor! – 20 anos que o Burro não quis, 10 anos que o Cachorro recusou e 10 anos que o Macaco não está querendo, dai-me a mim, Senhor, para que eu viva pelo manos 70 anos...
            E Deus atendeu ao Homem. Até os 30 anos o Homem vive a vida que Deus lhe deu. É homem.
            Dos 30 aos 50 anos, o Homem casa e carrega os fardos nas costas para sustentar a família. É Burro.
            Dos 50 aos 60 anos, já é cansado, ele passa a tomar conta da casa. É Cachorro.
            Dos 60 aos 70 anos, mais cansado ainda, ele passa a viver aqui e ali, na casa de um filho ou de outro e faz gracinhas para as crianças rirem. É Macaco.


NOTA: Esta é a realidade da vida. De nada adianta o Dinheiro, o Orgulho e a Vaidade se todos nós teremos que passar por estas fases...

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Os Piás


Cássio Castilhos, desde piazito já fazia um grande sucesso. O tempo passou, ele cresceu e o sucesso continua em sua caminhada por outros lugares. Este vídeo é da apresentação no programa do Raul Gil.

Desejamos a você muito sucesso em sua carreira de músico.


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

O VALOR DO TEMPO


Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã você acorda com um saldo de R$ 86.400,00, porém não é permitido transferir o saldo do dia para o dia seguinte, e todas as noites, seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia.
Oque você faz?
Você ira gastar cada centavo, é claro!
Todos nós somos clientes desse banco do qual estamos falando. 
Chama-se TEMPO.
Todas as manhãs são creditados a cada um de nós 86.400 segundos e todas as noites, o saldo é debitado como perda e não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs, a sua conta é reiniciada e todas as noites as sobras se evaporam. Não há volta, você precisa gastar, vivendo no presente, o seu depósito diário. Invista, pois, no que for melhor – saúde, felicidade e sucesso. O relógio está correndo. Faça o melhor para o seu dia-a-dia.
Para você perceber o valor de um ano, pergunte a um estudante que repetiu o ano.
Para você perceber o valor de um mês, pergunte a uma mãe que teve seu bebê prematuro.
Para você perceber o valor de um dia, pergunte a um editor de jornal.
Para você saber o valor de uma hora, pergunte aos amantes que estão esperando para se encontrar.
Para você saber o valor de um minuto, pergunte a uma pessoa que perdeu o trem.
Para você saber o valor de um segundo, pergunte a alguém que ganhou a medalha de prata.
Valorize cada momento que você tem. E valorize mais, porque você pode querer dividir com alguém especial o suficiente para gastar, com você, o seu tempo. Lembre-se que o tempo não espera ninguém.

“O ontem é história. O amanhã é mistério. O hoje, uma dádiva, por isso é chamado de PRESENTE.”


(Autor desconhecido)